Partido da África do Sul se retira do diálogo nacional

JOHANNESBURGO (Reuters) – O partido Aliança Democrática da África do Sul se retirou de um diálogo nacional, mas não chegou a deixar o governo de coalizão depois que o presidente Cyril Ramaphosa demitiu um de seus vice-ministros, disse o líder do AD, John Steenhuisen, neste sábado.

O diálogo nacional é um processo lançado por Ramaphosa para unir o país após a eleição do ano passado, que fez com que seu Congresso Nacional Africano perdesse a maioria parlamentar pela primeira vez em três décadas, forçando-o a se unir ao partido AD da África do Sul para formar um governo.

Os dois partidos estão muito distantes ideologicamente e entraram em conflito várias vezes no último ano, pois o AD acusou o CNA de agir contra seus interesses e sem a devida consulta.

Steenhuisen disse que a Executiva do AD também considerou a possibilidade de apresentar uma moção de desconfiança contra Ramaphosa, mas decidiu não fazê-lo.

No entanto, ele disse que o partido estava “em processo de perda de confiança em sua capacidade de agir como líder não do CNA, mas do GUN (Governo de União Nacional)”.

Ramaphosa demitiu o vice-ministro do Comércio, Andrew Whitfield, esta semana por causa de uma viagem não autorizada aos Estados Unidos, e disse que o AD deveria indicar um substituto.

(Reportagem de Nellie Peyton)

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